Casa Shangai no Tamboré 3
A arquitetura que transformou um terreno de esquina em uma das residências mais marcantes de Alphaville

Projeto arquitetônico: Leonice Alves Arquitetura
Localização: Tamboré 3 – Alphaville
Terreno: 1.000 m² + área não edificante
Área construída: 952,10 m²

Projetar a Casa Shanghai representou o desafio de criar uma residência marcante e inovadora em um dos pontos mais privilegiados do Tamboré 3, em Alphaville. Implantada em um amplo terreno de esquina, com grande visibilidade dentro do condomínio, a casa precisava aproveitar ao máximo cada perspectiva, a incidência da luz natural e a relação com a paisagem, preservando ao mesmo tempo a privacidade e o acolhimento de seus moradores.

O projeto transforma essas particularidades em uma arquitetura imponente, elegante e atemporal, concebida para estar à altura do refinamento e do elevado padrão arquitetônico que caracterizam o condomínio.

Com 952,10 m² de área construída sobre um terreno de esquina de 1.000 m², além da área não edificante, a residência chama atenção pela arquitetura contemporânea, pelos grandes planos envidraçados, pela relação entre interior e exterior e, principalmente, pela maneira como seus ambientes foram distribuídos para acompanhar diferentes momentos da vida de uma família.

Este projeto arquitetônico é assinado por Leonice Alves, que foi responsável pela concepção arquitetônica da residência, implantação, volumetria, circulação, aproveitamento do terreno, distribuição dos ambientes, integração dos pavimentos e definição de como cada espaço deveria funcionar.

Mais do que desenhar uma casa, o trabalho do escritório Leonice Alves foi criar a estrutura sobre a qual todo o restante do projeto pudesse acontecer.

E, neste caso, essa história começou antes mesmo do primeiro traço.

Casa no Tamboré 3 - Arquiteta em Alphaville Leonice Alves

Projeto de Arquitetura: Leonice Alves | Fotografia: Igor Rodrigues

Antes da Casa Shangai no Tamboré 3 existir, foi preciso encontrar o terreno certo

Um dos aspectos mais interessantes deste projeto aconteceu quando a casa ainda não existia nem no papel.

Antes da aquisição do terreno, os proprietários conversaram com Leonice Alves e foram com a arquiteta analisar a área onde pretendiam construir.

A pergunta não era simplesmente:

“É um bom terreno?”

Era algo muito mais importante:

“É possível construir aqui a casa que imaginamos?”

Essa diferença de perspectiva muda completamente uma decisão imobiliária.

Para um arquiteto, um terreno não é analisado somente por metragem. Entram na equação sua geometria, posição dentro do condomínio, orientação, topografia, acessos, áreas não edificantes, possibilidades de implantação, privacidade, relação com os vizinhos e, principalmente, o potencial arquitetônico daquele lote.

No caso da Casa Shanghai, o fato de ser um terreno de esquina poderia representar uma série de condicionantes. Leonice enxergou justamente o contrário: uma oportunidade.

A implantação poderia explorar diferentes perspectivas da residência, criar uma fachada com forte presença urbana, organizar acessos e, ao mesmo tempo, preservar a intimidade dos espaços de convivência.

Essa leitura inicial foi determinante para o que surgiria depois.

Uma casa pensada de fora para dentro, e de dentro para fora

Vista externamente, a Casa Shangai no Tambore 3 tem a força de uma residência contemporânea de grandes proporções.

Volumes horizontais, grandes balanços, transparências, planos que avançam e recuam e uma composição que muda conforme o observador percorre o terreno.

Mas talvez o aspecto mais interessante esteja no que não é percebido imediatamente, a arquitetura não foi organizada apenas para produzir uma fachada impactante.

A arquitetura foi desenhada para criar experiências dentro da casa.

A posição de uma escada interfere na maneira como os moradores circulam. A abertura de um living modifica sua relação com o jardim. A localização da piscina determina como a área gourmet será utilizada. A disposição das suítes interfere na privacidade. A garagem precisa conversar com os acessos internos.

Tudo está conectado.

É nesse ponto que o projeto arquitetônico começa a revelar sua inteligência.

Casa Tamboré 3 - Arquiteta Alphaville Leonice Alves

Uma casa com 952 m² que precisavam funcionar em harmonia e integração, não como um labirinto em um grande terreno

Projetar quase mil metros quadrados traz um desafio curioso.

Como existe muito espaço disponível o desafio era  fazer com que esses espaços tenham sentido e propósito.

Uma residência de grandes dimensões pode facilmente se transformar em uma sequência de ambientes isolados, corredores excessivos e áreas pouco utilizadas.

Na Casa Shanghai, o projeto parte de outra lógica: criar ambientes bem definidos, mas conectados por uma circulação intuitiva.

São cinco suítes, sendo uma delas no pavimento térreo, além de escritório, cinema, espaço multiuso, área gourmet, sauna, piscina, espaço de estética e beleza, cozinha de apoio no pavimento dos quartos, garagem para cinco automóveis e uma área reservada de aproximadamente 20 m² concebida como man cave/charutaria e salão de jogos.

Cada um desses ambientes foi pensado para cumprir uma função específica dentro da rotina da casa, mas também para se relacionar com os demais. A posição de cada espaço, os caminhos entre os pavimentos, a proximidade entre as áreas de convivência e lazer e a separação dos ambientes que exigem maior privacidade fazem parte de uma arquitetura planejada para que quase mil metros quadrados sejam utilizados de maneira natural e intuitiva.

O desafio, portanto, não estava em encontrar espaço para incluir novos ambientes, mas em fazer com que todos eles pertencessem à mesma casa. Na Casa Shanghai, cada escolha de implantação e distribuição contribui para criar essa unidade: os ambientes se conectam quando precisam estar juntos e preservam sua independência quando a rotina pede privacidade. É essa harmonia que transforma uma residência de grandes proporções em uma casa que, apesar de imponente, continua sendo funcional, acolhedora e agradável de viver.

Mansão no Tamboré 3 - Arquiteta de Alphaville Leonice Alves

Projeto de Arquitetura: Leonice Alves | Foto: Igor Rodrigues

O living como coração da Casa Shanghai no Tamboré 3

Ao entrar na área social, o nível de qualidade da residência fica evidente, um projeto que surpreende ao primeiro olhar.

O living com pé-direito duplo cria uma sensação imediata de amplitude e permite que a arquitetura trabalhe verticalmente, conectando visualmente os diferentes níveis da casa, onde possível ver todos os ambientes, desde a área Gourmet, sauna e toda área de lazer com o paisagismo criando um verdadeiro paraíso.

Grandes portas de vidro com esquadrias que abrem e fecham aproximando os ambientes internos da área externa, permitindo que a luz natural participe da composição durante o dia.

A arquitetura também foi concebida para favorecer grandes áreas de convivência sem eliminar completamente a identidade de cada espaço.

Sala de estar, jantar, circulação e áreas externas passam a participar de uma mesma experiência arquitetônica rodeada pelo paisagismo.

A Casa Shangai no Tambore 3, foi preparada para receber muitas pessoas, mas que também precisava ser funcional quando estivesse apenas a família.

Essa talvez seja uma das maiores diferenças entre ter um casa com ambientes grandes e projetar uma residência de alto padrão em Alphaville.

Escada Helicoidal - Tambore 3 - Escritório de Arquitetura em Alphaville Leonice Alves

Projeto de Arquitetura: Escritório Leonice Alves | Fotografia: Igor Rodrigues

A escada helicoidal como elemento de conexão e obra de arte

Em meio ao living, a escada helicoidal assume uma posição de protagonismo.

Mais do que permitir o acesso ao pavimento superior, ela participa da arquitetura.

Sua forma curva cria um contraponto às linhas predominantemente retas da residência e transforma um elemento essencialmente funcional em uma referência espacial.

A partir dela, a casa começa a revelar diferentes perspectivas.

O olhar alcança o living, percebe a área externa e entende a conexão entre os pavimentos.

Em uma residência desse porte, circulação não pode ser apenas deslocamento.

Ela também faz parte da experiência.

Além da escada, a casa possui elevador TKE, criando uma circulação vertical alternativa e ampliando a acessibilidade entre todos os níveis da casa.

Cinema com uma posição privilegiada dentro da arquitetura

Um dos ambientes que demonstram como o programa da residência foi pensado é o cinema privativo.

Equipado posteriormente com estrutura profissional de áudio e vídeo, o espaço foi previsto arquitetonicamente em uma posição estratégica da casa, próximo à escada e conectado à dinâmica da área de lazer.

A relação visual com a piscina contribui para que o cinema não seja percebido como uma sala esquecida em algum ponto isolado da residência.

Ele faz parte da experiência da casa.

É possível imaginar diferentes momentos acontecendo simultaneamente: algumas pessoas na piscina, outras reunidas na área gourmet, crianças ou adolescentes assistindo a um filme e convidados circulando pelo living.

A arquitetura permite essa simultaneidade.

Casa Shangai Tamboré 3 - Arquitetos em Alphaville

Projeto de Arquitetura: Escritório Leonice Alves | Fotos da Casa Shangai no Tamboré 3: Igor Rodrigues

Área gourmet, piscina e living: quando a casa deixa de ter fronteiras rígidas

Em uma residência pensada para convivência, a integração com a área externa precisava ser um dos pontos centrais do projeto.

E é justamente aí que a Casa Shanghai ganha outra dimensão.

A arquitetura aproxima living, espaço gourmet, piscina e áreas de estar externas, criando uma grande zona social.

As extensas esquadrias permitem ampliar essa sensação de continuidade.

Quando abertas, interior e exterior praticamente passam a funcionar como um único ambiente.

A piscina aquecida ocupa posição central na experiência da área de lazer e se relaciona diretamente com diferentes pontos da residência.

Ao redor dela estão espaços destinados à permanência, contemplação, encontros e descanso.

O projeto ainda previu sauna a vapor e um fireplace externo, permitindo que a área de lazer continue sendo utilizada em diferentes horários e condições climáticas.

Mais do que acrescentar equipamentos, a arquitetura precisava encontrar o lugar correto para cada experiência.

Casa Tambore 3 - Escritório de Arquitetura - Arquitetos 20 anos de experiência

Projeto de Arquitetura: Escritório Leonice Alves | Fotos da Casa Shangai no Tamboré 3: Igor Rodrigues

Uma casa que se transforma ao anoitecer

Durante o dia, a Casa Shangai é marcada pela abundância de luz natural, pela transparência das grandes esquadrias e pela relação permanente com o jardim.

Dos quartos e da área da piscina, a vista para o pôr do sol acrescenta ainda mais beleza à experiência de viver a residência. Quando anoitece, porém, a arquitetura ganha uma nova leitura.

Presente em todos os ambientes internos e externos, um projeto luminotécnico não cumpre apenas uma função prática. A luz precisa ser trabalhada como parte da própria arquitetura, valorizando volumes, texturas, revestimentos, mobiliário e elementos do paisagismo. Cada ponto contribui para criar profundidade e revelar detalhes que, durante o dia, são percebidos de outra maneira.

No interior, a iluminação proporciona conforto e cria atmosferas adequadas para diferentes momentos: receber convidados, reunir a família, descansar ou simplesmente contemplar a paisagem. Do lado de fora, ela destaca os traços contemporâneos da fachada, acompanha as laterais da residência e evidencia a composição dos volumes arquitetônicos.

A piscina passa a refletir a casa iluminada, enquanto o jardim ganha novas camadas de cor, sombra e profundidade. O resultado é uma paisagem noturna elegante, na qual arquitetura, interiores e áreas externas permanecem visualmente conectados.

Esse cuidado também permite compreender como os ambientes foram organizados ao redor das áreas externas. Mesmo em um terreno de esquina, com diferentes perspectivas para a rua e para o jardim, a residência preserva a privacidade sem perder abertura, amplitude e conexão visual.

Parabéns para empresa responsável pelo projeto luminotécnico e pela sensibilidade e precisão do trabalho realizado. O estudo da iluminação respeitou a proposta arquitetônica da Casa Shangai e acrescentou ainda mais sofisticação ao projeto, demonstrando como a luz, quando bem planejada, não apenas ilumina os espaços: ela transforma a maneira como a arquitetura é percebida e vivenciada.

O pavimento íntimo foi pensado para ir além dos dormitórios

No pavimento superior estão concentradas as principais áreas íntimas da família.

As suítes foram distribuídas buscando conforto, privacidade e uma circulação eficiente.

Mas Leonice não pensou esse andar apenas como “o piso dos quartos”.

O projeto incorporou funções que tornam a rotina mais prática.

Há uma cozinha de apoio próxima às suítes, evitando deslocamentos desnecessários até a cozinha principal para pequenas necessidades do dia a dia.

Também foi previsto um espaço exclusivo para estética e beleza, praticamente um salão particular dentro da residência, um detalhe que diz muito sobre projetos residenciais personalizados.

Para este projeto de arquitetura a Casa Shangai no Tambore 3, não deveria partir de uma planta genérica e tentar adaptar posteriormente a vida do proprietário a ela.

O caminho pode ser exatamente o inverso: Entender como aquela família vive para então transformar hábitos em arquitetura.

Mansão Tambore 3 - Escritório de Arquitetura Leonice Alves

Cinco suítes e uma decisão estratégica no térreo

A Casa Shangai no Tambore 3, possui cinco suítes amplas, mas uma característica merece atenção: uma delas está localizada no pavimento térreo.

Essa escolha aumenta significativamente a flexibilidade da casa.

O ambiente pode receber hóspedes com maior independência, acomodar familiares que tenham dificuldade de utilizar escadas ou até assumir diferentes funções conforme as necessidades dos moradores mudem ao longo dos anos.

Projetar uma casa de alto padrão também significa pensar em longevidade.

Uma residência pode permanecer décadas com uma família e as necessidades podem mudar ao longo do tempo, entretanto, a boa arquitetura antecipa parte dessas transformações.

Escritório e espaço multiuso: arquitetura preparada para uma rotina contemporânea

A Casa Shangai no Tambore 3, também contempla um escritório reservado, pensado para permitir concentração e privacidade em uma residência onde diferentes atividades podem acontecer ao mesmo tempo.

Além dele, o projeto arquitetônico reservou um espaço multiuso, capaz de receber funções como academia, brinquedoteca, sala de massagem ou outro uso determinado pela família.

A ideia de flexibilidade é especialmente importante em grandes residências. Nem todos os espaços precisam permanecer presos à mesma função durante toda a existência da casa.

Quando a arquitetura oferece proporções, circulação e infraestrutura adequadas, o ambiente consegue acompanhar novas fases dos moradores.

Uma man cave escondida próxima à garagem

Outro ponto menos evidente da Casa Shanghai é uma área com aproximadamente 20 m² próxima ao acesso da garagem, concebida como uma espécie de man cave, integrada ao conceito de charutaria e salão de jogos.

O ambiente conta com infraestrutura específica, incluindo sistema de exaustão, e funciona como um espaço mais reservado de convivência.

Sua localização é especialmente interessante.

Ao posicioná-lo próximo à garagem, o projeto cria um setor com maior independência em relação às áreas íntimas.

Convidados podem acessar esse universo sem necessariamente atravessar toda a residência.

É um pequeno ambiente diante dos quase mil metros quadrados da casa, mas exemplifica bem uma característica do projeto:

cada espaço precisava ter uma razão para estar exatamente onde está.

Uma garagem projetada para quem gosta de automóveis

Em casas de alto padrão, garagem não deveria ser tratada apenas como a área que sobra depois que todo o restante foi resolvido.

Na Casa Shanghai, ela foi incorporada ao programa desde a concepção arquitetônica.

São cinco vagas cobertas, com espaço generoso para circulação e manobras.

Existe ainda um cuidado especialmente importante para proprietários de automóveis esportivos: a geometria de acesso e as inclinações foram consideradas para veículos com baixa altura em relação ao solo.

É um detalhe técnico, mas extremamente relevante na utilização diária.

Uma rampa inadequada pode transformar a entrada e saída de determinados automóveis em um problema permanente.

Quando esse tipo de necessidade é discutido ainda na arquitetura, a solução deixa de ser uma adaptação posterior e passa a fazer parte do projeto.

Tecnologia integrada à arquitetura

Uma residência contemporânea dessa dimensão exige uma infraestrutura igualmente sofisticada.

A Casa Shangai no Tamboré 3, foi preparada para receber sistemas de automação de:

  • Iluminação em toda a residência, com cenas customizadas
  • Áudio e vídeo nas áreas sociais
  • Climatização
  • Persianas da área social
  • Cinema
  • Wi-Fi distribuído pela casa, com diferentes níveis de acesso
  • Monitoramento por câmeras

O projeto também contempla aquecimento solar, irrigação automatizada e gerador próprio, proporcionando maior autonomia e eficiência operacional.

Em projetos desse porte, tecnologia funciona melhor quando não parece um elemento acrescentado posteriormente.

Infraestrutura, circulação técnica e necessidades dos equipamentos precisam conversar com a arquitetura desde as etapas de planejamento.

Casa Shangai no Tamboré 3 - Arquiteta Alphaville - Leonice Alves

Casa Shangai, inovação a cada metro quadrado, como a  arquitetura moderna gera valor para o imóvel

Existe outro aspecto importante na história deste projeto.

Nem todas as pessoas que procuram Leonice Alves estão construindo exclusivamente uma casa para morar.

Em Alphaville, a arquitetura de alto padrão também faz parte de uma lógica de investimento imobiliário.

Há proprietários e investidores que procuram a arquiteta antes mesmo de adquirir um terreno porque entendem que decisões tomadas nessa etapa podem influenciar diretamente o potencial do futuro imóvel.

  • Qual lote escolher?
  • Que linguagem arquitetônica faz sentido naquele endereço?
  • Que oportunidades e vantagens uma residência precisa oferecer?
  • Como aproveitar um terreno de esquina?
  • Como criar uma casa impactante sem comprometer funcionalidade?

Como desenvolver um imóvel capaz de despertar desejo tanto para quem pretende morar quanto para que no futuro pretende vender e despertar o desejo do possível comprador?

São essas decisões que começam muito antes da construção, é nesse momento que o escritório Leonice Alves entra em cena.

Por isso a Casa Shanghai é um exemplo particularmente interessante dessa visão e com os profissionais certos do mercado Imobiliário a casa vendida de forma rápido, após o lançamento no mercado e organização um Open House a casa foi vendida em 4 meses.

A confiança começa antes do projeto e com um objetivo.

Quando um proprietário convida sua arquiteta para participar da escolha do terreno, existe algo além de uma contratação profissional. Existe uma decisão importante sobre em quem confiar para transformar um investimento de alto valor em um projeto bem planejado, executável e capaz de permanecer relevante ao longo dos anos.

Para quem pretende construir uma residência de alto padrão, escolher o escritório de arquitetura é uma das primeiras grandes decisões. O cliente naturalmente observa o estilo dos projetos, o bom gosto e a identidade arquitetônica, mas, quando começa a compreender a dimensão de uma obra como essa, percebe que precisa avaliar muito mais.

É preciso encontrar uma equipe capaz de interpretar o terreno, compreender as necessidades da família ou os objetivos do investimento, antecipar desafios, organizar os ambientes, pensar os fluxos, estudar a implantação e desenvolver uma arquitetura que faça sentido estética, funcional e comercialmente.

Um projeto de alto padrão envolve muitas decisões e decisões tomadas no início podem repercutir durante toda a obra e também no valor futuro do imóvel.

Para um investidor, essa responsabilidade se torna ainda maior. Antes de construir, ele precisa entender se está adquirindo o terreno adequado, qual arquitetura pode valorizar aquele endereço, que características despertam desejo no mercado de alto padrão e até onde é possível sofisticar o projeto sem criar espaços ou soluções que não agreguem valor proporcional ao investimento.

É nesse momento que experiência e repertório passam a ter um peso tão importante quanto criatividade.

Ao longo de sua trajetória, Leonice Alves desenvolveu projetos para famílias e investidores que procuram esse olhar mais amplo. Em seu escritório, arquitetura não é resultado de uma decisão isolada. Leonice e os arquitetos de sua equipe trabalham em sinergia, discutindo soluções e buscando fazer com que implantação, volumetria, circulação, integração dos ambientes e necessidades técnicas façam parte de uma mesma visão de projeto.

Essa atuação com a equipe de Arquitetos do Escritório Leonice Alves também traz segurança ao cliente. Em uma residência com centenas de metros quadrados, diferentes pavimentos, grandes vãos, áreas de lazer, automação, elevador, espaços técnicos e diversas especialidades envolvidas, um bom projeto precisa prever como todas essas necessidades irão conviver antes que elas cheguem ao canteiro de obras.

Para quem constrói para morar, isso significa buscar uma casa que represente seu estilo de vida e funcione bem no cotidiano. Para quem constrói como investimento, significa também pensar em liquidez, desejo, diferenciação e valorização patrimonial.

Por isso, a confiança entre investidor e escritório de arquitetura começa muito antes da escolha de uma fachada ou da definição de uma planta. Começa quando ambos conseguem olhar para um lote vazio e enxergar, juntos, o que aquele terreno pode se tornar.

Na Casa Shanghai no Tamboré 3, foi exatamente assim. Leonice participou da análise antes mesmo da aquisição do terreno de esquina. Proprietários e arquiteta puderam estudar previamente suas possibilidades e imaginar que tipo de residência poderia nascer ali.

O terreno influenciou a arquitetura. A arquitetura potencializou o terreno.

E aquilo que inicialmente era apenas uma oportunidade imobiliária acabou se transformando em uma das casas mais marcantes de Alphaville.

De terreno de esquina a uma obra de arte em Alphaville

Hoje, olhando para a residência pronta, é difícil imaginar aquele terreno sem ela.

A fachada parece pertencer à esquina. A piscina encontra sua posição natural entre os volumes. As áreas sociais se abrem para o jardim. O pé-direito duplo cria a escala necessária para o living. A escada conecta os pavimentos enquanto participa visualmente do espaço. As suítes ocupam uma zona mais reservada. A área gourmet se aproxima do lazer. Garagem e ambientes complementares seguem outra dinâmica de circulação.

Nada disso acontece isoladamente.

É resultado de uma série de decisões arquitetônicas.

E talvez seja justamente essa combinação de escala, implantação e identidade que tenha transformado a residência em uma casa tão reconhecida visualmente em Alphaville.

Com uma assessoria especializada, com apoio dos proprietários e da Arquiteta a casa precisava de um nome que gerasse autoridade, por isso  ganhou um nome próprio:

Casa Shangai.

Uma casa de esquina em um dos pontos mais valorizados do Residencial Tamboré 3 que deixou de ser simplesmente um endereço para se transformar em uma referência de arquitetura residencial de alto padrão em Alphaville.

Casa no Tamboré 3 assinada pela Arquiteta de Alphaville Leonice Alves

Projeto de Arquitetura: Escritório Leonice Alves | Fotos da Casa Shangai no Tamboré 3: Igor Rodrigues

O verdadeiro luxo está em como a casa funciona

Piscina aquecida, cinema, elevador, cinco suítes, salão de beleza, sauna, automação e quase mil metros quadrados certamente ajudam a definir uma residência de altíssimo padrão.

Mas existe uma camada anterior a tudo isso.

O verdadeiro luxo começa quando a arquitetura consegue organizar todos esses elementos de maneira que façam sentido para quem vive ali.

  • É acordar e encontrar uma casa iluminada.
  • É receber convidados sem comprometer a privacidade dos quartos.
  • É conseguir integrar sala, gourmet e piscina quando há uma celebração.
  • É ter espaços reservados quando se deseja silêncio.
  • É fazer com que um carro esportivo entre na garagem sem preocupação.
  • É pensar na circulação de hoje e também nas necessidades que a família poderá ter no futuro.
  • É aproveitar um terreno de esquina não como uma limitação, mas como oportunidade para criar arquitetura.
  • Na Casa Shanghai, o projeto de Leonice Alves estabelece exatamente essa estrutura.
  • Uma arquitetura criada não apenas para ser fotografada, mas para ser vivida.

Leonice Alves: construir uma casa de alto padrão exige decisões que vão muito além da arquitetura

Construir uma casa de alto padrão em Alphaville oferece uma liberdade extraordinária: criar uma residência praticamente sob medida, definir grandes áreas de convivência, incorporar lazer, tecnologia e soluções capazes de acompanhar o estilo de vida da família por muitos anos. Mas essa liberdade também aumenta a complexidade do projeto e a quantidade de decisões técnicas que precisam ser tomadas ao longo do caminho.

Em condomínios de alto padrão, existem questões que muitas vezes passam despercebidas por quem está construindo pela primeira vez.

Recuos obrigatórios, área permeável, restrições do condomínio, topografia, níveis entre rua e terreno, drenagem, insolação, ventilação, acessos de serviço e dimensionamento das áreas técnicas são apenas alguns exemplos. Em casas maiores, entram ainda necessidades específicas para elevadores, automação, climatização, aquecimento, geradores, piscinas, grandes esquadrias e equipamentos que precisam ser previstos antes que a obra avance.

Há também detalhes aparentemente pequenos que podem interferir diretamente na experiência de morar:

uma garagem com inclinação inadequada para carros esportivos, áreas de serviço distantes da rotina da casa, equipamentos técnicos mal posicionados, circulação excessiva ou ambientes enormes que, apesar da metragem, acabam pouco utilizados.

É justamente nesse cenário que a experiência acumulada em mais de duas décadas de projetos que a arquiteta Leonice Alves oferece, incluindo inúmeras residências nos condomínios de Alphaville e Tamboré, ganha relevância.

Conhecer as características desses empreendimentos, suas exigências e, principalmente, a maneira como as famílias vivem em casas desse padrão permite antecipar necessidades que muitas vezes o proprietário somente perceberia depois de começar a utilizar o imóvel.

A Casa Shanghai traduz parte desse conhecimento

Seus 952,10 m² não foram pensados apenas para impressionar pela escala, mas para acomodar uma residência complexa, com diferentes usos e tecnologias, sem perder a fluidez da rotina. Em uma casa de alto padrão, cada metro quadrado representa investimento, e fazer com que arquitetura, engenharia, conforto e funcionalidade trabalhem juntos é uma das decisões que mais contribuem para a qualidade e a longevidade do patrimônio.

 

Quer conhecer outros projetos da Leonice Alves?

Veja o caso desta outra casa no Tamboré 1, onde a casa passou por um Retrofit renovando toda a arquitetura deixando a casa ainda mais aconchegante.
O artigo foi publicado na Revista VERO Alphaville e também temos um artigo desta casa Retrofit no Tamboré 1 com mais detalhes

Fotos da Casa Shangai no Tamboré 3: Igor Rodrigues – Negócios Imobiliários

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