Um terreno plano, com o lago ao fundo e uma paisagem que convida a desacelerar.
Foi nesse cenário, na Fazenda Boa Vista, em Porto Feliz, que começou a história desta casa.
Para o nosso escritório, a missão era transformar essa localização privilegiada em um lugar acolhedor, pensado para reunir a família e dar espaço aos bons momentos: uma conversa na varanda, um mergulho na piscina ou um almoço que se prolonga pela tarde.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
O terreno de 2.242 m², localizado na Fase 4 da Fazenda Boa Vista, oferecia muitas possibilidades.
O desafio estava em aproveitar sua amplitude e a vista para o lago, preservando a intimidade e aproximando os ambientes para tornar a convivência natural. Cada escolha precisava contribuir para uma casa agradável tanto nos dias tranquilos quanto nas ocasiões de receber familiares e amigos.
Sob o olhar da arquiteta Leonice Alves, essa intenção ganhou forma em uma residência de 974 m² de área construída e sete suítes. Varandas, materiais naturais e ambientes generosos compõem uma arquitetura que acolhe diferentes ritmos da família e mantém a paisagem presente no cotidiano.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
A experiência começa na chegada, onde a presença das pedras e das árvores aproxima a arquitetura da paisagem arborizada.
Em sintonia com as características da região e o estilo do condomínio, Leonice Alves desenhou uma fachada de linhas horizontais imponentes, que se estendem pelo terreno e valorizam os materiais naturais. Ao entrar, a amplitude dos ambientes integrados revela novas conexões com o exterior: a piscina surge em primeiro plano e, ao fundo, o lago completa a vista, convidando o olhar a ir além.
Percorrer a casa é descobrir espaços que surpreendem pela relação com a natureza. A cada passo, uma nova perspectiva convida a desacelerar, contemplar e aproveitar o momento.
Com vista para o lago do Circuito do Triathlon, a casa acolhe uma paisagem que convida a respirar fundo e deixar o olhar passear. Nesse cenário, onde o esporte encontra a natureza, o movimento do circuito e a serenidade da água dão vida ao horizonte. A arquitetura aproxima essa beleza dos momentos em família: ela emoldura uma conversa nos ambientes internos, acompanha o descanso nas varandas e se revela por outro ângulo no pavimento superior.
Entre encontros, pausas e contemplação, a vista se torna parte das lembranças.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
Antes de compartilhar os detalhes desta casa, agradecemos aos proprietários pela confiança em Leonice Alves e em nossa equipe para dar forma a um sonho tão especial.
Chegar a esse resultado foi possível graças a essa parceria e à experiência de Leonice em grandes projetos de alto padrão, que trouxe a cada etapa um olhar atento à arquitetura, à paisagem e à maneira como a família desejava viver.
Ao longo deste artigo, convidamos você a conhecer as escolhas que tornaram essa história possível.
Da implantação da casa no terreno à seleção dos materiais, dos espaços de encontro aos ambientes de descanso, cada detalhe revela o cuidado de criar um lar acolhedor, onde a beleza da vista acompanha a vida e os bons momentos se transformam em memórias de família.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
Antes das paredes, o projeto começa pela paisagem
Em um lote com fundo para o lago, a implantação tem uma responsabilidade especial. A vista é um patrimônio do lugar, e a arquitetura precisa estabelecer uma relação equilibrada com ela. Orientar os ambientes, distribuir o programa e decidir onde construir são escolhas que antecedem a definição dos acabamentos.
As imagens aéreas revelam uma organização que distingue os volumes construídos das áreas abertas de lazer. A piscina ocupa posição central na experiência externa, enquanto a quadra de beach tennis se acomoda lateralmente. Entre esses elementos, jardins e superfícies de circulação permitem compreender a casa como um conjunto, sem transformar o terreno inteiro em área edificada.

Quadra de Beach Tennis – Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista – Porto Feliz
A implantação valoriza a extensão disponível para criar diferentes usos. Há espaço para estar junto à água, circular ao redor da piscina, acompanhar uma partida e permanecer nas varandas. Essa diversidade importa: uma residência de campo precisa permitir tanto o encontro coletivo quanto a escolha de um lugar mais reservado.
O terreno não funciona apenas como suporte para a construção; participa do modo de morar. O projeto usa sua dimensão para aproximar arquitetura e lazer, mantendo a paisagem como referência. A casa pode receber uma família numerosa e convidados sem concentrar todas as atividades em um único ambiente.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
A chegada anuncia uma casa que sabe acolher
A fachada principal apresenta uma composição contemporânea de planos alongados, superfícies de tonalidade amadeirada e elementos verticais. O pavimento superior reforça a horizontalidade, enquanto o térreo estabelece uma relação mais próxima com o jardim e com a escala de quem chega.
O acesso não se resume à porta.
Nas fotografias, o caminho pavimentado, a vegetação e a presença de árvores constroem uma aproximação gradual. O visitante percebe primeiro o conjunto, depois suas texturas e, finalmente, os pontos de entrada.
Essa sequência transforma a chegada em parte da experiência arquitetônica.
Os elementos ripados introduzem ritmo e profundidade à composição. Sua repetição contrasta com os planos mais amplos e com as superfícies envidraçadas. Ao longo do dia, a incidência da luz altera a percepção desses relevos, fazendo a fachada mudar sutilmente sem depender de excessos formais.
A contribuição da residência para a rua está nessa presença organizada: volumetria, acesso e paisagismo compõem uma frente que qualifica a paisagem do condomínio. Trata-se de valor arquitetônico e urbano, percebido no cuidado com o conjunto e na maneira como a construção se apresenta à vizinhança.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
Nos fundos, uma segunda fachada se abre para o horizonte
Se a frente organiza a chegada, a fachada posterior assume a relação com a água. É uma face igualmente importante do projeto, pensada para ser vivida a partir do jardim, da piscina e das varandas, além de observada desde o interior.
Grandes laminas de vidro aproximam os ambientes da área externa.
Os perfis escuros desenham as aberturas e contrastam com a pedra clara e com os planos amadeirados. A cobertura e os elementos horizontais prolongam a composição, criando uma leitura de continuidade entre os volumes.
As foto mostram que a fachada posterior reúne escalas diferentes.
Vista de longe, ela se apresenta como uma composição extensa e coesa. De perto, surgem os detalhes: a textura irregular de um revestimento pétreo, a delicadeza das transparências e o encontro entre piso, jardim e água.
Essa dupla leitura é essencial em uma residência com grandes áreas externas. A casa precisa ter presença na paisagem e oferecer uma experiência agradável na escala das pessoas. O desenho dos fundos responde a esses dois papéis, sem tratar a face voltada para o lago como uma simples extensão secundária.

Varanda das suites – Casa na Fazenda Boa Vista
Varandas que transformam o limite em lugar de convivência
Uma das qualidades mais expressivas da casa está nas varandas. Elas criam uma faixa habitável entre o ambiente interno e o jardim: um espaço em que a cobertura oferece abrigo, mas a vista e a proximidade com a natureza permanecem.
No térreo, o prolongamento dos planos de cobertura acompanha a abertura dos ambientes sociais.
Essa profundidade produz uma transição gradual entre interior e exterior. É possível sair da sala, permanecer junto à piscina ou acompanhar o movimento da área gourmet sem que cada atividade pareça acontecer em uma parte isolada da residência.
No pavimento superior, as perspectivas mostram a relação das varandas com o lago e com o lazer abaixo.
Os guarda-corpos transparentes preservam a leitura do horizonte. O olhar pode atravessar a borda da casa e alcançar a água, a vegetação e o céu.
A varanda amplia a experiência do ambiente ao qual pertence. Na área íntima, acrescenta uma dimensão de contemplação; junto aos espaços sociais, cria possibilidades de permanência e encontro. Mais do que uma área adicional, ela oferece diferentes maneiras de aproveitar o mesmo cenário.

Piscina Casa fazenda Boa Vista – Arquiteta Leonice Alves
No living, a piscina e o lago fazem parte da vida da casa
No living, o olhar encontra a piscina e segue até o lago. As grandes aberturas aproximam os espaços internos da área externa, trazendo a paisagem para os momentos mais simples do cotidiano. Mesmo dentro de casa, a presença da água e do jardim ampliam a sensação de estar ao ar livre.
Em primeiro plano, a piscina convida ao lazer e aos encontros em família. Mais adiante, o lago prolonga a vista e abre o horizonte.
Entre essas duas paisagens, a sala se torna um lugar para acompanhar o movimento da casa, conversar ou simplesmente apreciar a tranquilidade do entorno.
Leonice Alves desenhou esse espaço para que a amplitude também se traduzisse em conforto. Os percursos livres facilitam a circulação e permitem que diferentes grupos convivam com naturalidade. A arquitetura oferece liberdade para futuras escolhas de ambientação, com espaço para criar ambientes modernos e acolhedores, mantendo o acesso às aberturas e a conexão com a paisagem.
Living, home theater, adega, cozinha integrada e espaço gourmet formam um programa social diversificado. Cada um responde a um momento do dia e a uma maneira de receber. A integração aproxima os usos, enquanto a organização do espaço permite que eles conservem suas funções.

Área Gourmet – Casa Fazenda Boa Vista – Leonice Alves
A área gourmet foi desenhada para prolongar os encontros entre familiares e amigos
Em uma casa de campo, a área gourmet frequentemente se torna o lugar em que a reunião começa e demora a terminar. Nesta residência, sua relação com o jardim e com a piscina permite que preparar uma refeição, conversar e acompanhar o lazer façam parte de uma mesma experiência.
Com um ambiente alongado, revestimento e superfícies claras e um teto amadeirado. As aberturas amplas levam o olhar a paisagem tornando o ambiente ainda mais aconchegante e conectado.

Área de Lazer – Casa Fazenda Boa Vista – Leonice Alves
Espaços generosos para acolher encontros de todos os tamanhos
A amplitude da casa ganha sentido quando permite que as pessoas se encontrem e circulem com conforto. O projeto foi pensado para acolher desde uma conversa entre poucos amigos até uma celebração com muitos convidados, oferecendo espaços conectados para reunir a todos e recantos para encontros mais reservados.
Imagine a casa em um dia de festa: alguém se aproxima da bancada, outros seguem para a piscina, enquanto um grupo conversa na varanda. Esses movimentos acontecem ao mesmo tempo, e a arquitetura acomoda cada um com naturalidade, permitindo que as pessoas transitem entre os ambientes ou permaneçam onde se sentem mais à vontade.
Receber bem começa na arquitetura. A proximidade entre a cozinha, a área gourmet e os espaços de convivência facilita o cuidado dos anfitriões com seus convidados. A integração com a varanda amplia as possibilidades de encontro e distribui o movimento pela casa. Assim, um almoço em família, uma tarde entre amigos ou uma grande comemoração encontram o espaço e o acolhimento que cada ocasião pede.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
Uma piscina que organiza a experiência ao ar livre
A piscina se destaca pelo desenho geométrico e pela relação com as superfícies claras de seu entorno. Nas fotografias, a água acompanha um canteiro que abriga a oliveira, criando um encontro marcante entre vegetação, borda construída e espelho d’água.
O conjunto não depende apenas da dimensão da piscina. Sua força está na posição que ocupa e nos pontos a partir dos quais pode ser vista: a sala, a área gourmet, as varandas e as perspectivas superiores. Isso faz com que ela participe do cotidiano para além dos momentos de banho.

O piso ao redor organiza as áreas de permanência e os caminhos.
Faixas verdes introduzem pausas na superfície construída, enquanto a leitura da fachada permanece próxima. A piscina se insere em um ambiente de lazer conectado ao edifício, em vez de ocupar uma porção distante do terreno.
A vista para o lago amplia a sensação de abertura. A arquitetura reúne água, jardim e horizonte em um mesmo campo visual, sem que a piscina perca sua identidade. Esse equilíbrio oferece uma experiência de lazer doméstico associada à paisagem de uma casa de campo.
A oliveira e o jardim de inverno: duas maneiras de trazer a natureza para perto
A oliveira próxima à piscina constitui um ponto de atenção no paisagismo. A ramificação e a folhagem de tonalidade suave contrastam com as linhas retas da arquitetura. Seu canteiro, envolvido pelo desenho da área molhada, transforma a árvore em uma presença percebida de diferentes ambientes.
É uma escolha que aproxima escalas. A residência tem volumes extensos; a árvore oferece um elemento vivo, com textura e desenho próprios, diante deles. A paisagem deixa de ser apenas o cenário distante do lago e passa a incluir detalhes próximos, observados durante os percursos cotidianos.
O jardim de inverno acrescenta outra forma de contato com o verde. Inserido na experiência da casa, ele cria uma pausa entre os espaços construídos. Seu valor arquitetônico está na possibilidade de aproximar natureza e circulação, oferecendo um ponto de respiro no programa residencial.
As imagens também registram aberturas superiores e passagens em que o céu entra na composição. Essa presença de luz dialoga com a ideia de uma casa permeável à paisagem. O contato com o exterior acontece em diferentes escalas: no horizonte do lago, no jardim junto à piscina e nos vazios internos.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista – Porto Feliz
Travertino, carvalho e metais: a sofisticação está nos encontros
A especificação informada para a residência reúne piso em travertino e teto em carvalho europeu. Esses materiais estabelecem uma base de tonalidades naturais, capaz de acompanhar a linguagem contemporânea dos volumes sem reduzir a casa a superfícies uniformes.
O travertino oferece variações e desenhos próprios da pedra. Sua presença no piso cria uma leitura clara e contínua, importante para perceber a amplitude dos ambientes. O carvalho acrescenta outra textura, com veios e tonalidade que tornam o plano superior parte ativa da composição arquitetônica.
Nas fachadas, revestimentos pétreos de aparência irregular introduzem relevo. Eles dialogam com os planos amadeirados e com os elementos metálicos escuros das esquadrias. O vidro completa essa relação, permitindo que as texturas sejam percebidas junto à paisagem.
A qualidade do conjunto aparece na conexão entre os materiais. A pedra se encontra com a transparência; a madeira acompanha os planos horizontais; os metais desenham limites e aberturas. Em uma casa dessa escala, continuidade, paginação e proporção são tão importantes quanto a escolha de cada acabamento.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista – Porto Feliz
Luz natural que acompanha os percursos
A entrada de luz ocorre pelas grandes aberturas voltadas ao exterior e pelos vazios superiores registrados nas imagens. A arquitetura permite que a luminosidade alcance não apenas os ambientes de permanência, mas também partes da circulação.
Na escada, o encontro entre degraus claros, guarda-corpo de vidro e abertura acima produz uma leitura leve do deslocamento vertical. A luz ajuda a perceber a continuidade do percurso e ressalta os materiais, transformando a passagem entre pavimentos em uma experiência espacial.
Nos corredores, os planos alongados e as aberturas para o céu evitam que a circulação seja entendida apenas como intervalo. Há uma relação entre cheio e vazio que acrescenta interesse ao caminho e reforça o contato com o exterior.
O desempenho de uma casa envidraçada exige que luz e conforto sejam pensados em conjunto. Profundidade das varandas, dimensionamento das aberturas e especificações técnicas precisam dialogar. A paisagem deve entrar na casa acompanhada de soluções que tornem agradável permanecer nela, em diferentes horários e épocas do ano.
Sete suítes para receber sem abrir mão da privacidade
As sete suítes permitem acomodar moradores e convidados com autonomia. Em uma residência voltada à convivência, essa capacidade de acolhimento tem importância especial: receber por um fim de semana exige mais do que ampliar a área social; pede espaços íntimos confortáveis e bem organizados.
Nos quartos, a natureza acompanha outro ritmo de viver
Nos quartos, a relação com o exterior se torna mais íntima. A luz natural revela diferentes nuances ao longo do dia, enquanto as aberturas enquadram a vegetação e permitem acompanhar pequenos movimentos da paisagem: os pássaros entre as árvores, as folhas ao vento, a mudança das cores ao entardecer.
Com as janelas abertas, o canto das aves aproxima ainda mais o jardim dos momentos de descanso.
A conexão com a natureza continua mesmo nos espaços mais reservados da casa. A amplitude dos quartos permite organizar diferentes usos com liberdade, mantendo percursos confortáveis e acesso às áreas de apoio.
Há espaço para a rotina pessoal e para pausas tranquilas, com a paisagem sempre ao alcance do olhar.
Esse acolhimento também depende da distribuição dos ambientes. O projeto concilia a convivência nas áreas sociais com o recolhimento no pavimento íntimo, permitindo que cada morador encontre seu próprio ritmo. Privacidade, circulação e contato com o exterior dão sentido à generosidade dos espaços.
A suíte master tem espaço para uma rotina sem pressa
A suíte master se distingue pela amplitude e pela presença de áreas de closet. A imagem desse setor mostra um eixo de circulação generoso, superfícies envidraçadas e uma abertura superior que introduz luz na composição.
Mais do que destacar soluções de interiores, interessa observar o espaço que a arquitetura disponibiliza.
O closet precisa permitir acesso, deslocamento e organização sem comprometer a circulação da suíte. Seu dimensionamento participa da qualidade da rotina, sobretudo quando o ambiente é usado simultaneamente pelo casal.
O banheiro com pele de vidro, descrito nas informações do imóvel, acrescenta transparência à experiência do setor. Em um ambiente íntimo, a relação entre abertura, privacidade e conforto deve ser cuidadosamente coordenada para que a leveza visual acompanhe o uso cotidiano.
A suíte principal é um conjunto de funções, não apenas um quarto maior. Descanso, cuidado pessoal, organização e contemplação precisam encontrar lugar. A arquitetura dá suporte a essas atividades e cria condições para que soluções complementares sejam desenvolvidas com coerência.
A circulação revela o cuidado com a funcionalidade
Uma residência de 974 m² exige atenção aos deslocamentos. Quando as distâncias crescem, a organização dos caminhos passa a influenciar a praticidade da casa. Encontrar um ambiente, chegar ao jardim ou acessar o pavimento superior deve ser simples.
A presença do elevador amplia as alternativas de circulação vertical e facilita o transporte de objetos entre os níveis. Também contribui para o uso da residência por pessoas com diferentes necessidades de mobilidade, complementando a escada.
Os percursos fotografados demonstram que circulação e arquitetura foram tratados em conjunto. Materiais, transparências e aberturas superiores acompanham o movimento. Assim, o trajeto ganha qualidade própria e participa da identidade da casa.
Funcionalidade é um dos aspectos mais duradouros do alto padrão. Ela aparece na facilidade de usar os ambientes, na clareza da distribuição e na capacidade de a residência acompanhar mudanças da família ao longo do tempo.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
Beach tennis: o lazer ganha uma dimensão compartilhada
A quadra de beach tennis integra o programa de lazer do terreno e aparece em relação direta com o jardim e com a arquitetura. Sua implantação acrescenta uma atividade ao ar livre que pode aproximar moradores, familiares e convidados.
O interesse contemporâneo pelo esporte dialoga com uma procura por momentos de convivência mais ativos. Na experiência desta casa, a quadra cria uma possibilidade concreta: reunir pessoas para jogar, acompanhar uma partida ou alternar esporte, piscina e refeições ao longo do dia.
Arquitetonicamente, sua presença exige organizar acessos e relações com os demais espaços. A área de areia tem linguagem e uso próprios; o projeto precisa acomodá-la sem interromper a leitura do conjunto ou concentrar toda a circulação ao redor de uma única atividade.
O lazer ganha valor quando estimula encontros. A quadra amplia o repertório da residência e oferece mais uma razão para aproveitar o terreno, fazendo da casa um lugar de experiências compartilhadas.

Construir diante de um lago exige mais do que uma bela vista
A paisagem privilegiada traz responsabilidades de projeto. Casas com lago ao fundo exigem atenção à topografia, à drenagem, às condições do solo e às relações entre áreas construídas, jardins e bordas do terreno. São temas que dependem de levantamentos e de projetos técnicos específicos.
A arquitetura participa dessa coordenação ao definir a implantação e os níveis de uso. Também precisa conciliar abertura visual e privacidade, observar os fluxos ao redor do lote e integrar os espaços externos sem comprometer o funcionamento da residência.
No caso desta casa, o lago do Circuito do Triathlon é parte determinante da paisagem. Sua presença valoriza a contemplação e a relação visual com a água. Proximidade com o lago, porém, não equivale automaticamente a autorização de uso náutico.
Para famílias que possuem jet ski, acessos de equipamentos e possibilidades de navegação devem ser verificados com a administração antes de qualquer definição. A arquitetura pode estudar essas necessidades quando compatíveis com as regras locais, mas o caráter esportivo do lago não permite presumir a circulação de embarcações motorizadas.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
Uma casa preparada para tecnologias e automações
Em residências desse porte, climatização, iluminação, automação e segurança fazem parte de uma coordenação ampla. O olhar arquitetônico precisa considerar desde cedo espaços técnicos, passagem de instalações, manutenção e integração dos equipamentos aos ambientes.
Nesta casa, Leonice Alves assina o projeto de arquitetura. Seu trabalho cria a base espacial para receber soluções contemporâneas, enquanto projetos de iluminação, automação e interiores pertencem às respectivas especialidades. Essa distinção preserva a autoria e evidencia a importância do trabalho integrado.
O programa informado inclui adega climatizada com capacidade para 200 garrafas, som ambiente no interior e no jardim, monitoramento por câmeras e alarme. São recursos que ampliam as possibilidades de uso, mas dependem de infraestrutura e de compatibilização adequadas.
Grandes superfícies de vidro também pedem atenção à refrigeração e ao conforto térmico. Equipamentos, controles e soluções construtivas precisam acompanhar a arquitetura para que a amplitude e a transparência continuem agradáveis. O verdadeiro benefício da tecnologia está em tornar a casa mais confortável e simples de utilizar.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista – Porto Feliz
A infraestrutura que sustenta o conforto
As informações técnicas fornecidas para a residência indicam 2.000 litros de armazenamento de água quente em boiler e reservatório de 4.500 litros de água fria. Em um programa com sete suítes e diferentes áreas de apoio, o dimensionamento dos sistemas participa diretamente da experiência dos moradores.
O jardim conta com irrigação automatizada e sensor de chuva, recurso que permite ajustar o funcionamento às condições locais. A infraestrutura prevista para gerador e sistema fotovoltaico amplia as possibilidades de evolução da casa, conforme os equipamentos que venham a ser instalados e dimensionados.
Preparar uma residência para o futuro é diferente de simplesmente acrescentar dispositivos. É reservar condições para instalação, operação e manutenção. Esses cuidados precisam dialogar com os projetos complementares e com a rotina real dos usuários.
A sofisticação também está no que funciona discretamente: água disponível, sistemas acessíveis à manutenção e soluções que acompanham a escala do imóvel. São decisões pouco visíveis nas fotografias, mas fundamentais para sustentar o conforto que a arquitetura promete.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
De dia e à noite, duas experiências da mesma arquitetura
Durante o dia, a casa se revela pela luz natural, pelas sombras dos elementos de fachada e pelos reflexos da água. Os materiais apresentam suas variações: a pedra evidencia textura, a madeira mostra seus veios e o vidro aproxima interior e paisagem.
À noite, a percepção de uma arquitetura como esta pode se tornar mais íntima. A iluminação artificial assume a tarefa de orientar caminhos, valorizar superfícies e criar atmosferas de permanência. Os reflexos nos vidros e na piscina oferecem outras leituras dos mesmos volumes.
Essa mudança é um potencial da arquitetura, a ser desenvolvido pelo projeto luminotécnico responsável. A base desenhada por Leonice, planos, aberturas, varandas e percursos, oferece suporte para diferentes cenas, preservando a coerência do conjunto.
O aconchego nasce da relação entre escala, material e luz. Em uma casa ampla, iluminar com critério pode ajudar a criar ambientes de proximidade, capazes de acolher uma conversa tranquila com a mesma naturalidade de uma celebração.

Leonice Alves – Arquiteta na Fazenda Boa Vista
Fazenda Boa Vista: natureza, esporte e tempo em família
A Fazenda Boa Vista, em Porto Feliz, reúne infraestrutura que amplia a experiência de uma casa de campo. O empreendimento tem acesso pela Rodovia Castello Branco, no km 102,5, e combina áreas residenciais, paisagens naturais e espaços de lazer.
Segundo a apresentação oficial, a estrutura inclui dois campos de golfe de 18 buracos, centro equestre, polo, tênis, beach tennis, spa e instalações esportivas. Kids clubs e fazendinha acrescentam atividades para as crianças, enquanto trilhas oferecem possibilidades de caminhada e bicicleta.
Esse conjunto ajuda a compreender sua atratividade para famílias: diferentes gerações encontram opções de atividade em um mesmo endereço. A casa participa de uma rotina que pode alternar privacidade, esporte e encontros, com a natureza como presença recorrente.
O circuito de triathlon reúne percursos de corrida, ciclismo e lago dedicado à natação. Para esta residência, a proximidade com a água acrescenta uma relação paisagística particular. O endereço amplia as experiências disponíveis, enquanto a arquitetura oferece o espaço privado em que a família constrói sua própria rotina.

Aeroporto Catarina – Leonice Alves Arquitetura
Porto Feliz e o Aeroporto Catarina: a comodidade de chegar ao campo
A Fazenda Boa Vista combina o ritmo tranquilo do interior com uma localização conectada à capital. Para quem viaja em aviação executiva, o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional acrescenta praticidade ao percurso: fica no km 62 da Rodovia Castello Branco, no eixo que conduz a Porto Feliz e à Fazenda Boa Vista. A partir dali, o trajeto segue por via terrestre até o condomínio, com o tempo de viagem sujeito ao trânsito e às condições do dia.
O Catarina foi concebido exclusivamente para a aviação executiva e opera voos domésticos e internacionais 24 horas por dia. Seus processos de embarque e desembarque, os espaços de espera e o atendimento de concierge ajudam a tornar a chegada mais organizada e confortável. A estrutura também contempla privacidade e bem-estar, qualidades valorizadas por quem busca uma experiência de viagem mais reservada.
A segurança faz parte dessa operação: o aeroporto informa manter equipes treinadas para prevenção, salvamento e combate a incêndios, além de procedimentos voltados à eficiência operacional. Para o visitante da Fazenda Boa Vista, essa infraestrutura significa contar com um ponto de chegada especializado e bem conectado à rodovia, facilitando a transição entre a viagem e a estadia no campo.
A experiência de Alphaville encontra um novo horizonte
Com trajetória consolidada em Alphaville, Leonice Alves reúne mais de 2.000 projetos no Brasil e no exterior, conforme seu histórico profissional. Essa experiência contribui para compreender demandas que vão além de um programa de ambientes: hábitos, expectativas, privacidade e maneiras particulares de receber.
Projetar em grandes terrenos exige essa leitura.
A dimensão disponível permite possibilidades extraordinárias, mas também aumenta a necessidade de decisões precisas. Distribuir espaços, coordenar percursos, definir aberturas e prever infraestrutura são tarefas que pedem visão do conjunto e atenção ao detalhe.
Nesta casa na Fazenda Boa Vista, a arquitetura aproxima esses conhecimentos de uma paisagem singular.
A implantação organiza o lazer; as varandas prolongam a convivência; os materiais estabelecem continuidade; as suítes preservam o descanso.
O lago acompanha a experiência sem transformar os ambientes em simples pontos de observação.
Uma residência excepcional é aquela em que a arquitetura compreende a vida que vai acontecer dentro dela. Em Porto Feliz, o projeto de Leonice Alves dá forma a essa ideia: uma casa ampla, aberta à paisagem e preparada para receber histórias de família.
Para quem planeja construir na Fazenda Boa Vista, em Alphaville ou em outros condomínios de alto padrão, conhecer o trabalho de Leonice Alves é um convite a começar pelo essencial: entender o terreno, o modo de viver e as possibilidades de uma arquitetura feita para aquele lugar.





