Projeto de Arquitetura: Casa no Tamboré 1 – Alphaville
Casa no Tamboré 1 com 1.280 m² de histórias preservadas e um novo capítulo após um Retrofit.
Uma casa pode permanecer no mesmo endereço e, ainda assim, iniciar um capítulo completamente novo.
Neste projeto de Arquitetura no Tamboré 1, em Alphaville, o Retrofit assinado por Leonice Alves nasceu do encontro entre preservação e transformação: manter tudo o que ainda fazia sentido na construção original e, a partir dessa base, criar uma arquitetura contemporânea, luminosa e conectada à maneira de viver da família.
A história torna o projeto de arquitetura ainda mais especial.
O imóvel passou do pai para o filho e permaneceu na família, preservando vínculos afetivos construídos ao longo do tempo. Em vez de apagar essa trajetória, a arquitetura foi usada para atualizá-la.
A casa tradicional ganhou novos volumes, grandes aberturas, ambientes integrados e uma linguagem inteiramente moderna e renovada, sem que fosse necessário destruir indiscriminadamente a estrutura existente.
Implantada em um terreno de 1.280 m², com aclive acentuado, a residência possui 800 m² de área útil e reúne cinco suítes, espaços de trabalho, lazer e bem-estar, além de uma ampla área social pensada para receber. O projeto de arquitetura e o design de interiores foram desenvolvidos pelo escritório Leonice Alves como partes de uma mesma experiência.
O resultado é uma casa de alto padrão que parece ter sido construída do zero, mas carrega em sua nova forma a inteligência, a memória e os recursos preservados da edificação anterior.
Este projeto de Arquitetura Casa no Tamboré 1 foi muito especial
Para Leonice Alves, um dos grandes desafios desta obra foi aproveitar boa parte da estrutura e da planta antiga sem limitar a transformação desejada pelos moradores. A construção original tinha uma organização tradicional, com muitos recortes e ambientes mais fechados.
O novo projeto precisava trazer amplitude, luz natural e integração, ao mesmo tempo que respeitava elementos que ainda possuíam qualidade e podiam ser incorporados à nova arquitetura.
Esse olhar criterioso permitiu preservar paredes, fundações, muros e a cota de nível já estabelecida no terreno.
Em uma implantação com aclive tão acentuado, começar uma obra do zero exigiria uma movimentação de terra muito maior, com impactos diretos sobre o orçamento, o cronograma e a complexidade da execução.
Ao trabalhar com a estrutura disponível, o retrofit proporcionou ganhos financeiros e construtivos importantes.
A economia, entretanto, não veio de soluções superficiais. Ela nasceu de decisões de projeto capazes de reconhecer o que deveria permanecer, o que precisava ser modificado e onde uma intervenção mais profunda realmente agregaria valor.
Assim, preservar não significou conservar a casa como ela era. Significou usar sua base como ponto de partida para criar algo novo, adequado às necessidades atuais da família e preparado para continuar fazendo parte de sua história.
Uma casa que permanece na família
Existe uma dimensão emocional que diferencia este retrofit. A residência foi transmitida do pai para o filho e, com a reforma, pôde acompanhar uma nova geração sem perder a relação com suas origens. Esse contexto deu ao projeto um propósito que vai além da modernização estética.
Cada construção guarda recordações, decisões, hábitos e histórias. Ao estudar as plantas originais, o arquiteto encontra os motivos que deram forma àquela casa e pode avaliar como dialogar com eles.
Nesta casa, muitos ambientes permaneceram em suas posições originais. A cozinha, por exemplo, continuou no mesmo local, mas ganhou uma linguagem mais sofisticada e atual, novos equipamentos, iluminação, entradas de luz, eletrodomésticos, marcenaria e soluções adequadas à rotina da família.
Essa capacidade de introduzir o novo sem eliminar tudo o que veio antes é uma das qualidades mais relevantes do projeto. A casa preserva a memória familiar, mas não permanece presa ao passado. Ela foi preparada para novos encontros, novas experiências e novas lembranças.
Com uma fachada contemporânea, a casa parece nova e recém construída.
A fachada traduz a intensidade do retrofit. Mesmo com o aproveitamento de paredes, planos e cotas existentes, a percepção é a de uma casa nova. A composição recebeu volumes mais limpos, aberturas redesenhadas e uma combinação equilibrada de planos horizontais e verticais.
Onde antes existia um grande paredão fechado e uma arquitetura marcada por recortes, o projeto criou novas aberturas e ampliou a presença da luz natural. Uma intervenção pontual no terreno também permitiu aprofundar a área aproveitável e valorizar ainda mais o potencial da implantação.
A paleta sóbria reúne branco, grafite, preto, tons cimentícios e detalhes amadeirados.
Marquises e molduras aprofundam os vãos, desenham sombras ao longo do dia e reforçam a horizontalidade. As esquadrias escuras dão precisão ao conjunto, enquanto a madeira aquece a composição e destaca o acesso principal.
O paisagismo suaviza a geometria da construção.
Palmeiras, maciços verdes e espécies de diferentes alturas acompanham o percurso de entrada e integram a arquitetura ao terreno. A escadaria ampla, inserida no gramado, conduz o olhar até a porta principal e transforma a chegada em uma experiência gradual.
Luz natural e grandes aberturas como parte da nova arquitetura
A entrada de luz foi uma das conquistas centrais da reforma. Grandes panos de vidro substituíram partes antes mais fechadas e passaram a conectar os ambientes sociais ao jardim, à piscina e à paisagem. Os perfis pretos e delgados das esquadrias emolduram as vistas sem tornar a composição visualmente pesada.
Durante o dia, a luz atravessa a área social e revela a materialidade do projeto: o desenho do mármore, os veios da madeira, a textura dos tecidos, a vegetação e as superfícies de tons neutros. Mesmo nos pontos mais internos da casa, o exterior permanece perceptível.

Projeto de Arquitetura: Casa no Tamboré 1
Essa transparência amplia visualmente os espaços e torna mais leve o limite entre dentro e fora.
Nas áreas de convivência, a luminosidade é ampla e expansiva. Na ala íntima, cortinas de tecido leve filtram a claridade e criam uma atmosfera serena. No closet, uma abertura zenital conduz a luz até o centro do ambiente e reduz a dependência da iluminação artificial durante o dia.
Este projeto de Arquitetura no Tamboré 1, mostra que iluminar bem não significa apenas instalar luminárias. Significa desenhar aberturas, controlar a incidência solar e permitir que a luz natural participe da arquitetura em diferentes momentos da rotina.
Living integrado e pé-direito ampliado
Na área social, o projeto eliminou barreiras e reorganizou as relações entre os ambientes. Living, lareira, jantar, cozinha, espaço gourmet, adega e sala de cinema se comunicam visual e funcionalmente, formando um grande núcleo de convivência.
O piso claro de grande formato atravessa os diferentes setores e funciona como uma base contínua. A redução de recortes visuais aumenta a percepção de amplitude e permite que cada ambiente tenha identidade própria sem perder a conexão com o conjunto.
O pé-direito foi ampliado para aproximadamente 4,5 metros, afastando-se da altura convencional da construção original. Esse ganho vertical mudou a proporção do living, favoreceu as grandes aberturas e permitiu levar ainda mais luz ao interior da residência. A sala ganhou presença e escala, mas preservou o acolhimento por meio da madeira, dos tecidos, da vegetação e da iluminação quente.
O mobiliário foi distribuído em núcleos de conversa que acomodam tanto a rotina familiar quanto encontros maiores. Sofás em couro de tonalidade caramelo, poltronas de madeira, tecidos claros e pontos de azul formam uma paleta equilibrada e atemporal. A circulação permanece fluida, inclusive quando os diferentes espaços são usados simultaneamente.
Lareira em Mármore Bronze Armani no centro da composição
A lareira ocupa uma posição de destaque no living e funciona como um elemento escultórico. O Mármore Bronze Armani, de tonalidade profunda e veios marcantes, cria um contraponto sofisticado ao piso claro e às superfícies neutras. O fogo linear acrescenta movimento e calor ao ambiente.
Sua localização reforça o caráter central da sala.
Ao redor dela, a marcenaria sob medida combina madeira e módulos em tons de cinza. Nichos iluminados valorizam livros, plantas, objetos e lembranças da família, fazendo da decoração uma extensão da arquitetura.
O jardim vertical adiciona uma textura orgânica ao conjunto e estabelece uma transição visual com o paisagismo externo. A combinação entre mármore, madeira, vegetação e luz demonstra como materiais de naturezas diferentes podem coexistir com equilíbrio, sem excessos.

Projeto de Arquitetura: Casa no Tamboré 1
Espaço gourmet pensado para um casal que gosta de receber a família e os amigos
Conhecer os moradores foi essencial para definir o programa da casa. O casal gosta de receber e já conhecia a maneira de projetar do escritório Leonice Alves por experiências anteriores. Essa relação tornou o processo mais fluido e permitiu antecipar preferências, rotinas e necessidades muito específicas.
O espaço gourmet foi desenhado em conceito aberto e organizado ao redor de uma grande ilha.
Em vez de funcionar como uma varanda externa isolada, ele faz parte do coração social da residência. Living, jantar, lareira e gourmet se comunicam, permitindo que quem cozinha continue participando das conversas e dos encontros.
Bancadas escuras, marcenaria cinza de linhas limpas e eletrodomésticos em aço inox compõem um ambiente contemporâneo e preparado para uso intenso. Os equipamentos Viking, presentes no gourmet e na cozinha, reforçam a proposta de desempenho e atendem moradores que valorizam a experiência de cozinhar e receber.
O revestimento claro com textura de tijolos acrescenta profundidade sem escurecer o espaço. Prateleiras de estrutura metálica preta organizam bebidas, taças e objetos, enquanto a iluminação linear aquece o fundo amadeirado. A vegetação sobre a estante aproxima o ambiente do jardim e ajuda a manter a unidade visual da área social.
Cozinha e a despensa desenhadas a partir da rotina
A cozinha permaneceu na posição em que estava na planta original, uma decisão que demonstra como o retrofit pode preservar a lógica construtiva e, ao mesmo tempo, renovar completamente a experiência de uso. Layout, acabamentos, iluminação, marcenaria e equipamentos receberam uma nova leitura.
A atenção aos detalhes partiu do conhecimento da rotina. A despensa precisava ter dimensões adequadas e um lugar previsto para o freezer, entre outras necessidades específicas. Soluções assim nem sempre são as mais visíveis em uma fotografia, mas fazem diferença todos os dias e revelam uma arquitetura desenhada para pessoas reais.
Ao manter instalações e setores que ainda funcionavam bem, o projeto evitou alterações desnecessárias. Ao mesmo tempo, transformou a estética e a eficiência do ambiente com recursos contemporâneos. É justamente nessa combinação entre permanência e atualização que o retrofit encontra sua força.

Adega climatizada – Projeto de Arquitetura: Casa no Tamboré 1
Adega climatizada para 500 garrafas no centro da casa
Um dos elementos mais especiais do projeto é a adega climatizada, com capacidade para aproximadamente 500 garrafas. Em vez de ocupar uma área escondida, ela foi inserida no centro da casa e pode ser vista de diferentes pontos do living e dos espaços de convivência.
Fechada por vidro e envolvida por marcenaria amadeirada, a adega participa da arquitetura e transforma a coleção em parte da decoração. Os suportes organizam as garrafas em diferentes posições, enquanto a iluminação linear destaca a composição interna com delicadeza.
Madeira, vidro, metal preto e luz quente criam uma atmosfera intimista, coerente com os demais ambientes. Sua localização próxima ao jantar e ao gourmet facilita o serviço e reforça a vocação da residência para receber.
Sala de cinema conectada à área social
A sala de cinema foi instalada no pavimento térreo e recebeu uma solução de abertura total para o espaço gourmet. Quando fechada, oferece a privacidade e o controle necessários para uma sessão de filmes. Quando aberta, passa a integrar o grande ambiente social.
O telão pode ser visto de outros pontos da área de convivência, permitindo que o espaço assuma funções diferentes conforme a ocasião. Em reuniões maiores, por exemplo, o cinema deixa de ser um cômodo isolado e se torna uma extensão do living e do gourmet.
Essa flexibilidade é uma característica importante da casa. Os espaços não foram desenhados para uma única forma de uso, mas para acompanhar diferentes momentos da família: o cotidiano, as celebrações, as crianças brincando ou um encontro entre amigos.
Integração total entre a área social, a piscina e o spa
Grandes portas envidraçadas e retráteis conectam o interior à área de lazer. Quando recolhidas, elas praticamente eliminam a divisão física entre living, gourmet, piscina e spa, criando uma amplitude particularmente marcante.
A piscina aquecida ocupa o centro da composição externa e apresenta diferentes níveis de profundidade. Seu revestimento em tonalidade azul-esverdeada reage à luz do dia e estabelece um diálogo agradável com o gramado e a vegetação tropical.
O muro revestido de pedra natural oferece privacidade e introduz uma textura mais rústica, equilibrando a geometria precisa da arquitetura e da piscina. Acima dele, a vegetação acompanha o desnível do terreno e forma um pano de fundo verde.
O deck de madeira, o SPA Versati, a sauna seca e o tocheiro externo completam a experiência de bem-estar. A partir da piscina, é possível enxergar os espaços sociais através dos painéis de vidro. Do interior, a água e o jardim permanecem presentes. O lazer deixa de ser um anexo e passa a funcionar como continuação natural da casa.
Uma casa semitérrea e mais acessível
Embora a residência se desenvolva em mais de um nível, sua organização é semitérrea, solução que torna grande parte da rotina mais acessível e reduz a necessidade de deslocamentos verticais. Os dormitórios dos filhos foram mantidos no pavimento principal, com aberturas voltadas para o jardim e presença agradável da luz natural da manhã.
Essa distribuição aproxima a ala íntima das áreas usadas no dia a dia e favorece a relação dos quartos com o verde. No pavimento superior, a suíte master foi ampliada para oferecer mais conforto ao casal, com closet maior e uma sala de banho generosa. Ao lado, foi posicionada a suíte do filho mais novo.
O projeto equilibra proximidade e privacidade. Cada integrante da família possui seu espaço, mas a organização não cria uma casa excessivamente compartimentada ou distante.
Suíte master, closet e sala de banho
A residência possui cinco suítes, sendo quatro com closet e duas com banheira. Na ala íntima, a materialidade se torna mais acolhedora. O piso de madeira percorre o dormitório e o closet, acrescentando calor e conforto visual.
Na suíte master, a cabeceira estofada foi integrada a um painel amadeirado. Sancas, linhas de LED e pendentes laterais criam diferentes cenas de iluminação para leitura, descanso e circulação noturna. Durante o dia, cortinas translúcidas controlam a intensidade da luz sem eliminar a conexão com o exterior.
O closet ampliado possui armários de piso a teto, módulos com vidro e perfis pretos e uma ilha central destinada a acessórios e peças menores. O tampo transparente permite visualizar os itens guardados e transforma a ilha em uma vitrine particular. A abertura zenital e os pontos lineares de iluminação deixam o espaço funcional, claro e cuidadosamente detalhado.
Na sala de banho, grandes placas de revestimento com efeito marmorizado criam superfícies contínuas e sofisticadas. A banheira de desenho orgânico, a torneira de piso, os perfis metálicos escuros e as prateleiras iluminadas constroem uma atmosfera próxima à de um spa particular.

Garagem com muito espaço – Projeto de Arquitetura: Casa no Tamboré 1
O vão da garagem como espaço flexível
A garagem coberta para cinco carros foi projetada com um grande vão livre, capaz de receber outros usos além do estacionamento. Em ocasiões especiais, a área pode funcionar como extensão do lazer, salão de festas ou espaço para as crianças montarem brinquedos e realizarem atividades com mais liberdade.
Esse aproveitamento revela uma visão prática da arquitetura. Em uma residência de grande porte, áreas técnicas e de apoio também podem contribuir para a experiência da família. Ao evitar compartimentações desnecessárias, o projeto amplia as possibilidades de uso sem exigir a criação de novos ambientes.
Texturas e acabamentos que constroem unidade
Um dos méritos do projeto está na forma como materiais diferentes convivem sem competir. O piso claro de grande formato cria continuidade nas áreas sociais. A madeira aparece na marcenaria, no mobiliário, nos painéis, no deck e no piso da ala íntima, aquecendo a composição.
O Mármore Bronze Armani e outros revestimentos de efeito marmorizado acrescentam profundidade e sofisticação. A pedra natural, o jardim vertical e o paisagismo introduzem texturas orgânicas. O metal preto surge como uma linha de desenho nas esquadrias, nos guarda-corpos, nas estantes e nos perfis da marcenaria.
O vidro preserva a transparência e permite que luz, paisagem e arquitetura se atravessem. A paleta neutra recebe pontos de caramelo, verde, azul e dourado por meio dos móveis, plantas, objetos e luminárias.
A repetição equilibrada desses materiais costura os 800 m² da residência. Mesmo com funções e atmosferas diferentes, todos os ambientes pertencem à mesma linguagem arquitetônica.
Tecnologia e funcionalidade incorporadas ao cotidiano
O conforto também está em soluções discretas, que nem sempre aparecem nas fotografias, mas fazem diferença todos os dias. A automação permite controlar ambientes e cenas de iluminação. O ar-condicionado em todos os espaços garante conforto térmico, enquanto a aspiração central facilita a manutenção de uma casa de grande porte.
A marcenaria planejada oferece armazenamento para diferentes necessidades e contribui para uma percepção visual mais organizada. O programa inclui ainda ateliê, escritório, lavabo, área de serviço e suíte de apoio.
Esses ambientes mostram que o retrofit considerou diferentes dimensões da vida contemporânea: trabalhar, criar, descansar, receber, cozinhar, brincar e conviver. A arquitetura não foi pensada apenas para ocasiões especiais, mas para acompanhar a família em sua rotina.
O olhar de Leonice Alves: preservar, aprender e acrescentar uma nova história
Para Leonice Alves, trabalhar em uma casa existente também é um exercício de sensibilidade. Antes de propor o novo, é preciso compreender as plantas antigas, reconhecer por que os espaços foram organizados daquela maneira e identificar o que ainda pode contribuir para o futuro do imóvel.
Nesta casa, a transformação foi intensa, mas não apagou o passado. Estrutura, fundações, muros, níveis e partes importantes da planta foram aproveitados. A fachada ganhou outra identidade; o interior se abriu para a luz; os ambientes passaram a conversar; e as necessidades do casal foram traduzidas em soluções personalizadas.
O projeto de arquitetura e o design de interiores foram conduzidos pelo escritório de forma integrada. Por isso, as decisões de espaço, materiais, mobiliário, iluminação e decoração se complementam. Não existe uma arquitetura pronta que posteriormente recebeu objetos: existe uma experiência pensada em todas as suas escalas.
O aspecto mais emocionante está justamente em tocar uma história existente e acrescentar a ela algo novo. O imóvel permanece na família, agora preparado para atender outra geração e acolher as memórias que ainda serão construídas.

Design de interiores (Decoração) – Projeto de Arquitetura Casa no Tamboré 1
Uma nova maneira de viver uma casa no Tamboré 1
Esta casa demonstra o potencial de um retrofit de alto padrão quando arquitetura, técnica e sensibilidade caminham juntas. Preservar parte da construção reduziu intervenções estruturais, movimentação de terra, custos e tempo de obra. Transformar seus espaços, por outro lado, permitiu alcançar uma linguagem contemporânea e uma experiência de morar completamente renovada.
Com 800 m² de área útil em um terreno de 1.280 m², cinco suítes e uma estrutura completa de convivência, trabalho e bem-estar, a residência impressiona pela escala. Mas sua qualidade mais marcante está nas conexões: entre interior e exterior, luz e matéria, memória e futuro, arquitetura e vida familiar.
Assinada por Leonice Alves, a Casa no Tamboré 1 mostra que renovar não significa necessariamente começar outra vez. Às vezes, a arquitetura encontra sua expressão mais significativa quando reconhece o valor do que já existe e o transforma para acolher um novo tempo.
Se você deseja transformar uma residência existente ou desenvolver uma nova casa de alto padrão em Alphaville, uma conversa com Leonice Alves pode ser o primeiro passo para traduzir sua história, suas necessidades e seu estilo de vida em uma arquitetura exclusiva.
Agende uma reunião e conheça de perto a experiência de um escritório que une sensibilidade, técnica e mais de duas décadas de atuação em projetos de alto padrão.
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